sábado, 30 de julho de 2011

O Poder da Fé



A vida e a morte são um grande mistério que somente nos é respondida pela fé. Sem ela a existência humana, torna-se sem sentido. Para uns, sem a fé, perde-se a alegria e a esperança de viver, pois a violência, a injustiça, as desigualdades, as maldades das pessoas e os sofrimentos humanos como doenças, mortes, etc. desfazem o brilho da vida.

Sem a fé o homem tende ser ainda pior do que é, devido intensificar o egoísmo, por acreditar em sua finitude e assim, vive de maneira a realizar todos seus sonhos e vontades independente a felicidade dos outros, ou seja, vale tudo para o ter e o poder. Sem a fé, qualquer sofrimento possui uma grande dimensão, por não recorrer espiritualmente, levando pessoas adquirirem doenças emocionais. Pois, em determinados acontecimentos somente a fé pode manter-nos equilibrados diante situações onde nossa humanidade não consegue suportar.

Quando refletimos a Bíblia e a Ação de Deus na humanidade, mais uma vez, podemos perceber a existência deste Deus amoroso e misericordioso, pois, que seria da humanidade sem Deus? Sem acreditar na imortalidade da vida? Ou seja, a existência de Deus é uma necessidade humana para continuar viver e a se amar. É uma necessidade para enfrentar o sofrimento e conseguir vence-lo pela fé num Poder acima do homem, que dá a ele esperança e o faz procurar ser melhor. A existência de Deus é uma necessidade humana para lutar pela justiça e para amar o próximo como a ti mesmo. Enfim, a introdução na vida humana da espiritualidade, de um Deus é um outro grande mistério do amor de Dele para com a humanidade, ainda que nada de grandioso tivesse ocorrido como a própria vinda de Jesus. No entanto, a sua vinda veio confirmar e ratificar a existência de um Deus Amor que em Jesus, renovou a fé e solidificou a sua existência, onde o homem, tem como fundamento a existência de Deus, na pessoa também de Jesus.

Mesmo diante deste grande mistério que é a vida e a morte, a fé é essencial na vida do Ser humano, para que procure viver a alegria da vida, mesmo diante o sofrimento, mesmo diante as injustiças e o faz promover a paz diante a violência amando seu o próximo apesar de seus erros. A fé nos faz atravessar caminhos escuros, na certeza de vencer os obstáculos da vida quando estes parecem ser nosso fim. Enfim, independente como as crenças concebem Deus e Jesus e as doutrinam seus seguidores, a fé é a esperança da esperança. É a razão para sermos melhores. É o balsamo do consolo e do conforto para os que sofrem e, é nela que encontramos os pilares para sermos felizes e sendo melhores cada vez mais do que somos.

Ataíde Lemos
Escritor e poeta

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A fé e a morte de um filho


Um dia partimos desta vida de uma maneira ou de outra; ancião ou ainda no útero; criança, adolescente, jovem ou adulto. Partiremos de maneira calma ou violenta; lentamente ou subitamente; não importa a forma; a certeza é que um dia iremos.

Da mesma maneira que iremos, perderemos amigos, parentes ou entes que amamos e que levarão consigo parte de nós. Certamente, com suas partidas iremos encontrar mil desculpas para justificar ou aliviar nossa dor. Porém a certeza única é que cada um de nós tem seu momento em que seremos chamados a dar continuidade na vida de uma outra forma.

O que fazer? Como encarar esta dor? A resposta também estará em cada um, segundo seu psiquismo, segundo sua crença ou não crença. O que temos de certeza é que a vida não é como um aparelho audiovisual que se pode voltar e reiniciar novamente ou como o autor de uma novela que refaz seu final, segundo o gosto do telespectador. Portanto, a vida continuará seu curso e aqueles que perderam seus entes amados terão que reaprender viver, sem ter mais a presença física de seus falecidos.

A fé é acreditar naquilo que não se vê como realizado, ou seja, a fé é acreditar na esperança já a vivenciando-a, ainda que não possa tocá-la e nem senti-la. Mesmo que sentimos frágeis e volta e meia, questionamos Deus, a fé nos faz continuar a acreditar Nele, mesmo que sintamos enorme dor e não encontramos a respostas que procuramos de maneira lúcida e imediata. Os pensamentos de Deus não são como os nossos e o tempo Dele é completamente diferente do nosso. Enfim, a fé é um mergulhar no invisível.

A fé não é uma maneira de automanipulação e encontrarmos consolo para nossas dores, mas é uma visão além do físico, além da matéria, além daquilo que nossa razão pode enxergar e que tem forma quando observamos os acontecimentos a nossa volta. Quando temos a sensibilidade de perceber nos detalhes situações que somente são respondidas por esta mesma fé.

Se mesmo tendo fé, passamos por momentos difíceis de aceitação, imaginamos sem ela! Certamente, a vida perde seu total sentido e tudo, torna-se num desespero, por não ter onde se apegar. Por não conseguir aceitar palavras de vida e de esperança pronunciadas por aqueles que possuem suas crenças. Por não conseguir ver nos acontecimentos, a presença de Deus consolando-o e confortando-o.

Em suma, somente a fé é capaz de nos fazer resistir e sobreviver à dor mais profunda que pode haver, que é da perder um filho, porque é nela (fé) que se encontra a razão de viver. Somente ela, nos faz acreditar que nossos entes estão vivos e que um dia estaremos novamente com ele e assim, ameniza a dor da saudade que permanecerá até o fim de nossos dias.

Ataíde Lemos
Escritor e poeta

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Vida Eterna (Palavras de Fé)



Às vezes procuramos palavras quando vemos alguém sofrer pela perda de um ente querido e são difíceis de serem encontradas e assim, as palavras ditas são aquelas da fé que professamos. Pois, somente em Deus podemos encontrar uma força para expressar nossos sentimentos e ter as palavras certas de esperança ao ver o sofrimento do outro e aquele que carregamos dentro de nós.

A maioria das pessoas, de alguma forma, segundo suas crenças, acredita num Deus que está sempre presente e que não nos abandona em tempo algum. Também possuem crenças na vida que se inicia ao nascermos e continua após a morte, independente como seja ela. No entanto, mesmo cada um com sua perspectiva de como se dá a vida eterna, em comum, a eternidade existe e que é um lugar infinitamente melhor que o mundo em que vivemos.

De fato, devemos viver o reino já aqui, mas sabemos que este mundo é um lugar onde o sofrimento impera, seja pelo sofrimento individual ou coletivo. O sofrimento pela falta de amor entre as pessoas e que como consequencia gera as injustiças praticadas, as indiferenças, o preconceito, a fome, violência, o consumo de drogas e poderíamos enumerar vários outros tipos de sofrimentos. Também o sofrimento que existe dentro de nós que é o egoísmo, fruto o mal que impera em nosso Ser. Ainda podemos dizer do sofrimento devido ao próprio amor, pois o amor também é sofredor, por exemplo, nas perdas de entes que amamos e os quais fazem parte da nossa existência humana.

Há alguns sofrimentos que podemos minimizar, através de nossas ações diante os outros, enxugando as feridas ou participando ativamente do sofrimento do outro como balsamo, mas o difícil, é quando este sofrimento nos abate pela dor da ausência de um pedaço de nós, sofrimento este que sabemos não estarmos imunes e a única coisa que podemos e precisamos fazer é entregar-se nos braços do Pai. Sofrimentos estes que sentimos um balançar na fé, por não conseguir aceitar certos acontecimentos, permitidos por um Deus que o temos como sinônimo a palavra Amor, pois, muitas vezes, nossa Fé está baseada em nossa psique humana.

Portanto, mesmo sem entender, é preciso aceitar certos desígnios de Deus, ainda que sofremos por este amor humano que há nós e fazer da dor do amor que sentimos um acreditar vida eterna prometida por Jesus a todos nós e pedir a Deus, que aumente nossa fé curando as feridas abertas para que possamos ver seus propósitos que estão além de nosso entendimento humano.

Ataíde Lemos
Escritor e poeta

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Reflexão sobre a eternidade



Cada um tem um entendimento da vida após a morte, segundo suas crenças e espiritualidades ou mesmo alguns acreditam que aqui é o começo e o fim – no caso dos ateus. Para uns, a vida continua após a morte física, onde o Espírito através de outras matérias (corpos físicos) voltam e dão continuidade na purificação. Outros acreditam que após a morte há o descanso eterno, onde os Espíritos repousam até o momento do julgamento final, onde todos ressuscitarão e cada qual receberá seu premio ou castigo, segundo viveram enquanto seres humanos, já outros, e no caso me incluo, acredita que a morte é uma passagem o qual ao morrermos, nosso Espírito já recebe a herança definitiva, ou seja, já receberemos a resposta da nossa vida, a partir de história de vida consciente de nossas responsabilidades enquanto pessoas que não são deste mundo. Entendo também, que Deus, não leva em consideração tanto os nossos atos, mas sim nosso coração, como o próprio Jesus disse: “Deus não julga pela aparência, mas sim pelo coração”. Também acredito que mesmo já recebendo a herança após a morte, nossos corpos físicos permanecem aqui até o dia da segunda vinda de Jesus, onde receberemos um corpo glorioso, tal qual, o corpo de Jesus após ter ressuscitado e  estado conosco por 40 dias. 

Poderíamos nos questionar: mas como receber novamente um corpo físico, se muitos cremam, outros ao morrerem de forma violenta o corpo se destrói todo, etc, etc? Pois bem, minha resposta novamente vem pela Fé, é mais fácil um corpo ser novamente refeito por Deus que a crer na vida eterna, ou seja, somente em acreditar na vida eterna, já é o suficiente para acreditarmos em todas as possibilidades que Deus possa fazer. Ao acreditarmos que Jesus ressuscitou um homem (Lázaro), após vários dias estar morto, então, não há o que duvidar de nada em relação a Deus, em suma, ou acreditamos em Deus ou não.

Porém, algo também a nós normal é a de questionarmos Deus quando passamos por uma perda irreparável, no caso meu, a perda de um filho. Dentro de minha visão, se ele é Amor e “Ele é Amor”, conhece-nos profundamente a ponto de não levar em consideração nossas misérias, nossas perguntas diante a nossa dor, pois Deus conhece cada um e sabe que nossa fé é minúscula, tanto que ele diz: “se tivéssemos a fé do tamanho de um grão de mostarda, mudaríamos a montanha de lugar”, ou seja, ele sabe que o que somos e como somos. Ainda é preciso voltar ao evangelho quando ele (Jesus) é questionado por Maria “Se estivesse aqui meu irmão não tinha morrido...”, mesmo a família de Lázaro sendo amigos íntimos de Jesus, Maria demonstra sua natureza humana ao questionar Jesus.

Em suma, quando o entendimento está acima de nossas possibilidades humanas para sua compreensão, a única coisa que resta a fazer é aceitar ou não. Para os que acreditam na vida eterna, segundo a que me incluo, o mundo eterno não tem ligação com este, apenas Deus, os anjos, e alguns que Ele permitir mantém esta transição entre a eternidade e o mundo terreno com o objetivo único que é a de salvar a humanidade. Penso que se o mundo da eternidade tivesse ligação direta com este, o céu seria um inferno, pois o mundo em que vivemos é na sua maioria de sofrimentos, violências, forme, desumanidade, ou seja, como viver uma a felicidade plena na eternidade em contato com mundo o qual vivemos? Pois, independente as particularidades de cada um que se foi, o mundo eterno também sofreria com o mundo em que vivemos. Deus permitiria isto ao que gozam da plenitude da vida eterna?

Portanto, acredito que Deus ao nos ver sofrer pela perda de um ente querido, através de ns sinais nos conforta e dá o entendimento para seguirmos nossa vida e missão. Estes sinais vêm de diversas formas como a presença de amigos, sinais para amigos que nos consolar. Através de sonhos, mas sobretudo por meio de nossa pouca Fé, pois, sem ela nada pode nos confortar e fazer que entendamos os sinais de Deus.

Ataíde Lemos
Escritor e poeta

domingo, 17 de julho de 2011

A Parábola do Joio e do Trigo



O evangelho de Mateus 13,24-43, inicia dizendo: "O Reino dos Céus é como alguém que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi embora."

Desta parábola podemos tirar varias reflexões e uma delas é que, o Reino dos Céus é a vida eterna; o semeador é Jesus; a semente do trigo é Deus; o joio é o maligno e o campo é o mundo ou cada um de nós.

Pois bem, Deus ao nos conceber semeia o amor, semeia a vida, porém, o maligno também semeia em nós a semente do joio que é o egoísmo, a maldade, a indiferença, a ganância, a vaidade, etc. para que ela destrua a boa semente lançada por Deus em nós. Com o passar do tempo à medida que vamos tomando conhecimento do certo e do errado, tanto a boa semente como a má vai-se tomando forma e transformando a plantação, ou seja vão nos transformando em pessoas boas, mas ao mesmo tempo más.

Porém, como a parábola narra, Deus não nos destrói devido o joio também fazer de nosso Ser, pois em nós há também há a plantação do trigo e somente Ele sabe o momento certo da colheita.

A Sua Palavra está no meio de nó e através dela podemos em nosso dia a dia cuidar de nosso campo para que vamos aos poucos arrancando o joio semeado para que não destrua a boa semente que Deus que foi semeada em nós através de seu filho Jesus.

Deus nos criou para que tenhamos uma vida plena de amor, o que muitas vezes não permite viver esta plenitude é o joio que está em nós, levando-nos ao sofrimento, provocando o sofrimento no irmão. A semente do egoísmo é a raiz de muitos males tanto nosso como da humanidade, onde o ser humano não consegue ver no outro a pessoa de seu irmão como também a pessoa de Jesus.

Ao Deus esperar a colheita, mais uma vez podemos pensar nas palavras de Jesus “Meu Pai não quer que nenhum de seus filhos se perca”. Ou seja, a paciência de Deus é para que com o passar do tempo, com a nossa proximidade mais concreta com Ele, possamos ir eliminando todo joio que fora plantado em nossos corações pelo maligno e assim, todos possamos produzir o trigo e participar da morada eterna.

É importante levarmos em conta que Deus conhece nossas limitações e por isto, sua justiça é misericordiosa. Deus sabe nossa fraqueza diante as dificuldades e da sedução do mundo. Deus conhece nossos instintos humanos e é neste sentido que Ele usa de toda sua misericórdia para com cada um de nós de maneira singular.

Em suma, o importante é que sejamos conscientes de que somos um campo onde há semente de Deus, porém, também há semente do mal e que a partir daí, sejamos cada vez mais prudentes para que o joio existente em nós não sufoque o trigo a ponto de destruí-lo e assim, sermos lançados ao fogo eterno, por sermos apenas joio.

Ataíde Lemos
Escritor e poeta

domingo, 26 de junho de 2011

O Silencio do Auto Clero e dos Evangélicos


Tenho lido muitas manifestações contrárias a decisão do STF de se declarar à união homoafetiva como constituição familiar, ou seja, as pessoas do mesmo sexo podem se unir (casar-se) formando assim uma entidade familiar, gozando de todos os direitos.

Realmente, esta decisão do STF, pegou de surpresa a maioria da sociedade que, devido sua espiritualidade não concorda com esta posição, pois, segundos preceitos bíblicos esta união foge a valores espirituais e cristãos. A Bíblia diz: Gêneses 2,24 Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne... outra citação Mateus 19,5...e disse: “Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne”. Ou seja, partindo deste princípio aceitar a união de dois sexos iguais como família é ir contrariamente aos princípios bíblicos.

Ainda é preciso dizer que, segundo juristas e pessoas conhecedores do Direito, ao STF tomar esta decisão, ele extrapolou seu Poder, legislando, pois feriu a Constituição Federal, que considera uma instituição familiar homem e mulher. Segundos entendidos, o STF, julgou ato de preconceito e discriminação, não aceitar a união homoafetiva. Este tipo de interpretação é vago e muito amplo, pois levar uma interpretação por este pensamento, pode induzir varias ações que desfigure toda a Constituição Federal brasileira, pelos mesmos motivos.

Algo que me incomoda e, de certa forma, me assusta, é as Igrejas tanto a católica quanto as evangélicas manterem em silencio quanto a esta posição tomada pelo STF, em não mobilizar-se a sociedade para que se manifeste ou mesmo estimulando-a pressionar os parlamentares cristãos não aceitarem, ou então, mobilizar a sociedade revogar através de um PLC, elaborado por algum parlamentar ou mesmo incitar uma iniciativa popular para desfazer tal ato. Pelo contrario, vemos os lideres católicos como os evangélicos omissos até o momento, enquanto que a mídia, está veiculando constantemente matérias que levem a sociedade aceitar este tipo de casamento, haja vista, que ela tem dado muitos espaços midiáticos enfatizando como positiva a decisão do STF.

Gostaria de ressaltar que uma coisa é o preconceito e discriminação, isto jamais deve ser aceito, mas outra é compactuar com algo que se considere errado. Um exemplo clássico que coloco como parâmetro é a questão do preso, não deve discriminar ou ter preconceito em relação alguém que cometeu um delito e está preso, mas jamais pode compactuar com as suas atitudes delituosas. Ou seja, respeitar sempre o Ser humano, no entanto, não compactuar concordando com suas atitudes.

O que mais se tem colocado é que a família é à base da sociedade e as Leis são instrumentos usados para garantir o direito, inclusive o da família. Sendo assim, uma mudança substancial como foi determinado pelo STF, pegou a sociedade de surpresa, pela forma como ocorreu. Segundo muitos, esta decisão foi mais ideológica do que fundamentada na Lei Maior que é a Constituição Federal. Pois, certamente, se esta questão fosse discutida por aqueles que tem a prerrogativa de mudarem a Constituição, esta mudança não teria acontecida da forma como ocorreu. Onze juizes decidiram uma mudança constitucional e substancial que mudou toda a concepção e estrutura de família, em detrimento  a de mais de 600 delegados, eleitos e que representam a sociedade como um todo. Esta atitude foi um golpe de Estado contra a sociedade e contra o Legislativo.

Ataíde Lemos
Escritor e poeta

sábado, 25 de junho de 2011

Quem é Jesus?


Em uma passagem no evangelho Jesus pergunta para seus apóstolos: No dizer do povo, quem é o Filho do Homem? Responderam: Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas. Disse-lhes Jesus: E vós quem dizeis que eu sou? Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!

Trazendo esta mesma indagação feita por Jesus para a sociedade de hoje a cada um de nós de maneira particular, qual seria nossa resposta? É difícil responder esta pergunta, porque ela nos compromete e nos remete a uma transformação radical de vida. Talvez saibamos teoricamente, o que não temos, é a coragem de assumir de fato quem é ele e agimos como aquele jovem rico.

Caso o olharmos como um grande homem que esteve no meio de nós e nos ensinou, deixando seu legado e que através de seus atos e palavras nos ajudou a compreender um pouco mais sobre o amor ao próximo, acredito que, tornou-se importante sua existência, mas ainda assim, não leva-nos a compromissos, ou seja, transformações substanciais interiormente.

Se não soubermos quem é ele, então temos que buscar a conhece-lo de maneira mais profunda, e certamente, este conhecimento nos provocará a mudanças. Na verdade, o que ocorre é que, temos certos conceitos e atitudes que não queremos abrir mão deles, neste caso, viver a ignorância para muitos é a melhor maneira de não se comprometer com a ética, com a fé, com o irmão, com os valores morais, com a vida e sobretudo, com o corpo.

Agora, se realmente sabemos quem é Jesus, ai então, acabamos sendo responsáveis pelos nossos atos, mas por outro lado, esta revelação já é a manifestação do próprio Espírito Santo. Sendo assim, esta manifestação significa dizer que, aquele que de fato sabe quem é Jesus sua vida já se encontra em comunhão com ele.

O Ser humano vive num constante conflito interior. O conflito entre a carne e o Espírito. A carne vem do humano é corruptível, já o Espírito vem de Deus é Santificado. A carne sofre as influencias da matéria, do mundo, alias, é composta da própria matéria por elementos físicos e químicos existentes na natureza. O Espírito, pelo contrario, é transcendental, é a essência de Deus no Homem. Por meio do Espírito Deus vem santificar a carne. Vem trazer a santidade a está matéria.

Quando compreendemos quem é Jesus somos movidos a uma mudança radical aos compromissos desta descoberta, somos capazes de perceber nossa força nele, e então, enfrentamos nossas dificuldades, lutamos de maneira concreta anunciando, denunciando e construindo o Reino de Deus através de nossas ações e, sobretudo, na busca desta santificação do homem por inteiro.

Ataíde Lemos
Escritor e poeta

sábado, 11 de junho de 2011

Em nome dos Direitos Humanos



Algo que tem me surpreendido e deixado preocupado é a evolução da sociedade em relação aos Direitos Humanos, com destaque ao Brasil. Pois, de maneira sorrateira pouco a pouco está disseminando e implantando uma ideologia que vai sufocando a liberdade de expressão em nome desta mesma liberdade. Em breve, algum representante dos Direitos Humanos mobilizará deputados para que se crie uma Lei que proíba a publicação, leitura e reflexão da Bíblia, punindo com prisão àqueles que estiverem portando uma Bíblia ou fazendo alguns comentários de seus textos, já que este livro, embora, seja lido por quase toda população mundial fere de forma agressiva os Diretos Humanos. Como exemplo, cito apenas que no seu primeiro livro em que está escrito que Deus fez a mulher para o homem, ou seja, este versículo já coloca o homem acima da mulher e também age de forma preconceituosa contra os homossexuais neste mesmo texto. Enfim, quem estiver portando Bíblia estará fazendo apologia ao preconceito e estará ferindo os Direitos Humanos.

Com esta nova Lei que em breve os representantes dos Direitos Humanos proporão e que os representantes (parlamentares), eleitos por nós e que na maioria usam das religiões para se elegerem, irão aprovar em nome dos Direitos Humanos e da minorias que se sentem discriminadas por tais citações bíblicas.  Estes mesmos, também deverão propor Leis que proíbem  as praticas religiosas, sejam elas quais forem, pois todas as doutrinas, sem distinção, ferem os Direitos Humanos, por fazerem criticas a outros credos, as tendências e liberdades sexuais. 
É importante ressaltar que este processo de acabar com a espiritualidade e de banir algumas doutrinas em nome dos Direitos Humanos, deu-se inicio com o grande debate que volta e meia surge sobre a retirada dos crucifixos das repartições públicas, pois a minoria possui outros credos e sentem-se ofendidos por este símbolo alegando que deve ser proibido, pois, se o Estado é laico por que ter crucifixo em repartições públicas como escolas, hospitais, etc.? Ao invés de liberar outros símbolos, acham-se por bem retirar os crucifixos, alias, acredito que pelo andar da carruagem é melhor que se tire mesmo, pois Ele (Jesus) deve sentir-se envergonhado de estar em determinadas repartições que há injustiças, corrupções, imoralidade, etc. O crucifixo exposto nestes locais, de certa forma, é como se estivesse abençoando a vergonha. Enfim, o crucifixo que antes de Jesus era sinal de maldição, e que a partir de sua morte na cruz, torna-se sinal de salvação, novamente retorna ao seu sentido de origem

Outra proposta que podem também ser questionadas por alguns grupos é a mudança de nomes de Estados, cidades, avenidas, ruas, etc. pois, já que nem todos acreditam em santos, não é justo que tenha que pronunciar: São..., Santo... ao referir-se a um Estado, cidade, bairro, avenida, rua, etc.

Pois bem, esta é uma critica que faço, por ver que muitos cristãos acabam permanecendo em silencio omitido suas posições, não defendendo o evangelho. Enfim, mantendo-se passivos diante uma ideologia que está se construindo e conseguindo implantar seus alicerces e que, de alguma forma vai se cumprindo a profecia, no qual, se diz que; chegará um tempo que viver a espiritualidade terá ser as escondidas. Que as pessoas terão que omitir os símbolos sagrados, pois serão perseguidos. No entanto, é preciso ressaltar que isto começa a acontecer pela própria omissão dos cristãos que vão se calando e, em alguns casos, concordando com Leis que tiram possibilidades de anunciar o evangelho. 

Ataíde Lemos 
Escritor e poeta

domingo, 5 de junho de 2011

Reflexão da Palavra de Deus e de Jesus.



     Refletindo a palavra de Deus; na primeira leitura podemos observar que a palavra de Amós acaba trazendo incomodo aquele povo que vivia de forma errada. Muitos acreditavam que Amós era um vidente, um mago e assim, temiam por ele. Suas palavras eram fel para aquele povo. Então, Amós diz que é apenas alguém que Deus escolheu tirando do pastoreio para anunciar e profetizar, pedir para aquele povo a conversão e denunciar os erros que vinham cometendo.


     Trazendo para os dias de hoje, também podemos ver que Deus muitas vezes revela suas palavras a tantos para que mudem de vida, para que reflitam suas atitudes diante seus erros. Deus está sempre disposto a nos orientar através de tantos acontecimentos em nossa vida no dia a dia. Sempre por meio de pessoas do nosso meio procura também trazer palavras de mudança e de conversão.


     O salmo vem dar continuidade a primeira leitura nos pedindo que escutemos o Senhor, Ele vem trazer palavras de paz, de sabedoria. E aquele que tem o coração sensível se volta para Ele.


     Deus é fidelidade, é amor, é bondade e todo aquele que escuta Sua voz, procura fazer com que a vontade de Deus aconteça e se volta para o Senhor se torna  também detentor da graça, do amor e da misericórdia promovendo paz e justiça.


     Mesmo que possamos passar por tribulações a Palavra de Deus é promessa, e assim ela pode fazer com que nossa vida mesmo com dificuldades seja repleta de paz e transbordante de alegria.


     A palavra do salmo nos promete que a fidelidade para a Palavra de Deus faz que se produza em nós frutos e  justiça e que, sempre caminha ao lado daquele que ouve e segue as palavras de Deus.


     A leitura de Paulo inicia louvando a Deus que deste o sempre já nos escolheu para participar do Reino da Gloria. A nossa vocação é a de santidade. E em Jesus todos somos convidados e confirmados como filhos de Deus, basta que aceitamos como nosso Salvador e Redentor.


     Pela sua morte; pelo seu sangue somos redimidos e lavados de todos os pecados. Em Jesus fomos escolhidos e predestinados a salvação. Jesus é o penhor da nossa herança, isto significa dizer que Jesus é aquele que garante, e avaliza ao Pai cada um de nós.


     Seriamos capazes de avalizar uma nota promissória sem um valor definido a qualquer pessoa? Pois bem, é isso que Jesus nos proporcionou, ser avalista nosso ao Pai. Esta é nossa garantia da Salvação.


     Estas palavras são profundas e que devem ser refletidas de forma plena, quem é Jesus? Jesus é aquele que salva, que nos garante a vida eterna, e não apenas um homem como qualquer outro líder mundial que fez história. Devemos sempre estar atentos a isto, respeitando seu nome e acreditando, vivendo profundamente suas palavras e seus ensinamentos.


     No evangelho Marcos nos mostra a missão de Jesus que estende a todos seus discípulos e cada um de nós, anunciá-lo. Anunciar o que? Anunciar o que acabamos de ler e refletir quem é Jesus.


     Nos pede que vamos de um a um, entremos nas casas, não tenhamos medo e anunciamos a Boa Nova, a Palavra que salva e que liberta. Que anunciamos ao mundo hoje quem é Jesus, o Verbo Encarnado que está presente no meio de nós. Jesus pede que anunciamos que Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Pede que anunciamos que O Reino de Deus é aqui e agora, pois Jesus está no meio de nós.


     Meus queridos irmãos se hoje vivemos um mundo tão violento, tão cheio de pecado como a corrupção, como tantas e tantas doenças, como a exclusão social, isto se deve porque este Jesus, este Deus que está no meio de nós ainda não é conhecido, infelizmente até por nós mesmos.


     Muitas vezes somos bons e rápidos no falar, mas lendo no entender e agir. Ainda vivemos nossa fé de maneira pessoal e informal, talvez porque ainda não tomamos posse de maneira plena deste Deus Conosco. Não tomamos posse ainda do Reino de Deus, e assim, não somos suficientes maduros, corajosos para sair pregando e anunciando Jesus. 
Ataíde Lemos
Escritor e Poeta

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Meu Rochedo



Quando surge a tempestade
Refugio-me em teu abrigo
Por ter em ti grande amigo.
Minh’alma de festa invade
Retorna-me toda a alegria
Trazendo paz ao coração
Que de deu amor irradia.

Ao me encontrar perdido
Sem luz em meu caminho
Vem com todo seu carinho
E por você sou protegido.
Tudo transforma em novo
Regresso a minha caminhada
Mais alegre e mais vigoroso.

É meu rochedo e fortaleza
Meu começo, meio e fim
Permanecendo em mim.
É a minha única certeza
Em quem posso confiar
Mesmo contra correnteza
Não me deixa naufragar.

Ataíde Lemos

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Deus criou o mundo...



            Deus criou o mundo, depois de tudo feito, criou o Homem dando a ele o poder de dar continuidade à criação. Quando Ele diz que somos sua imagem e semelhança, não quer dizer que somos também deuses, mas que, como Ele, podemos dar continuidade na criação do mundo a partir de nosso conhecimento, inteligência e racionalidade. 
Ataíde Lemos
Escritor e poeta

terça-feira, 24 de maio de 2011

A autoridade da Igreja conferida por Jesus

     
Jesus é o Filho enviado pelo Pai para restaurar a humanidade. Se observarmos em todos os evangelhos Jesus se refere ao Pai. Na maioria das curas ele intercede ao Pai. Nos momentos de dor se dirige ao Pai. Também podemos observar a intimidade entre Ele e o Pai, numa comunhão perfeita. Num nos evangelhos ele diz: "...quem me vê, vê o Pai, pois o Pai está em mim e eu Nele...", no entanto, mesmo nesta comunhão Jesus sempre se coloca como enviado do Pai não falando em seu nome. 
Toda autoridade de Jesus lhe foi dada pelo Pai e ele fez questão deixar isto claro. Mas também deixou claro que tudo que necessitássemos pedíssemos ao Pai em seu nome, pois ele é o enviado e toda autoridade lhe foi dada pelo Pai. Enfim, o cristão é aquele que anuncia a Boa Nova, não em seu nome, mas em nome de Jesus.
Pois bem, Jesus enquanto homem tinha um tempo definido entre nós e assim, para continuar sua missão de anunciador do Pai e da salvação a todas as nações e gerações constituiu sua igreja, e assim o fez ao convocar 12 apóstolos e dentre eles escolher um líder o qual foi Pedro. Depois de ungido disse à Pedro que lhe entregaria as chaves do céu e tudo que ele ligasse na terra seria ligado no céu e tudo que desligasse seria desligado,  e continuou; todos os pecados perdoados seriam perdoados e os retidos seriam retidos, terminando disse ainda; as portas do inferno não prevaleceriam sobre ela (igreja). Portanto, naquele momento Jesus incumbe uma missão para Igreja humana que é a de ser sua mensageira, em outras palavras, por meio de Jesus a igreja se torna sua representante e com plena autoridade. A escritura diz: “...como o Pai me enviou eu vos envio. Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”. Portanto, após a instituição da Igreja, por Jesus, ela se torna enviada do Pai com a autoridade de Jesus e nós cristãos, somos anunciadores do Pai em nome de Jesus, mas em consonância com a Igreja.

     Não pode haver varias igrejas cada qual com uma verdade, pois se assim for, ela não é mensageira de Jesus, por conseguinte, não tem autoridade para anunciar o Pai. O evangelho pregado, precisa ser UM e jamais ser descontextualizado, isto é, o evangelho precisa ser pregado no todo e não em determinados capítulos, versículos ou baseado em apenas alguns livros de escritores sagrados.
É importante compreendermos que a Igreja enquanto corpo místico de Cristo não falha, é perfeita, é santa, o que pode ocorrer são alguns de seus membros falharem enquanto homens e pecadores, no entanto, receberão seus julgos conforme a misericórdia de Deus e segundo seus pecados. A escritura também diz: quanto mais é dado, mais será cobrado, isto é, aqueles que pecarem manchando esta igreja de Cristo, receberam seus julgos segundo a autoridade que lhe foi confiado.
Em suma, como o Pai enviou Jesus e lhe deu toda autoridade – e Jesus sempre fez questão de anunciar a Boa Nova em nome do Pai – o verdadeiro cristão é aquele que anuncia o Pai em nome de Jesus, respeitando a Igreja como anunciadora do Pai em nome de Jesus Cristo pela autoridade que ele (Jesus) lha entregou.       
Ataíde Lemos
Escritor e poeta
Em breve o livro " O abraço do Pai"

sábado, 21 de maio de 2011

Feliz eu sou


Mesmo nas tempestades
Já não temo mais
Porque acredito numa verdade;
Sozinho nela estou jamais.

Conquistei minha liberdade
Mesmo quando na prisão estou
Ele mudou minha realidade
Quando pelas mãos me pegou.

Não há grilhões a me prender
Nem a dor me derrubará
Ainda que venha a sofrer
Sei que a vitória virá.

Ele encontrou-me e me levantou
Quando me achava perdido
Por seus caminhos me guiou
Livrando-me dos perigos.

Hoje feliz eu sou
Porque encontrei o amor
Que veio e me resgatou;
Louvo a Ti meu Senhor.


Ataíde Lemos
Poeta e escritor 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Há esperança...



Não há desesperança ao ver o sorriso de uma criança
Nem ao contemplar a felicidade de uma mãe ao dar a luz.
Não há medo do futuro quando se vê a união
De mãos que se juntam para estender aos irmãos.

Não há o que temer do amanhã ao sentir o perfume
Naqueles que compreendem o sentido da palavra amor
Fazendo de suas vidas uma seara, onde são plantados
Extensos campos de esperanças para os que ainda virão.

Não há o que temer ao vemos pessoas buscarem na oração
A presença de Deus para que sejam luzes, força e alegria
Para os que precisam superar desafios, sentindo-se vencedores
Para manter-se vivo o entusiasmo e enfrentar as adversidades.

Enfim, não há que temer o amanhã enquanto a semente de Deus
For semeada em corações que as deixam ser plantada  
E as cultiva com carinho, com zelo e ao formarem os frutos
São saboreados por tantos que sentem prazer em partilhar.

Ataíde Lemos

domingo, 15 de maio de 2011

Deus não faz o destino, mas sim nós


Temos um grande defeito, que é atribuir a de Deus o nosso destino, como se tudo que nos vem ou acontece no futuro em relação a nós, nossa família ou a sociedade é por permissão ou ocorre porque Deus quis. Este é um grande erro de pensamento, pois de certa forma, pensar assim estaremos omitindo nossas responsabilidades e transferindo para Ele nossas ações e omissões.


Embora, tudo que Jesus passou já estivesse escrito, não foi porque Deus quis que acontecesse, mas porque Ele conhecendo o homem já sabia que ocorreria por saber e até onde ele (homem) pode chegar. No entanto, também a partir da miséria humana, Deus veio nos libertar. Enfim, o que aconteceu com Jesus já estava escrito pela Onisciência de Deus. 
           
É importante sermos conscientes que, mesmo Deus sendo Onipresente, não priva-nos da liberdade e não interfere de maneira efetiva em nossas decisões, se assim o fizer estaria tirando nosso livre arbítrio. Portanto, por mais que Deus nos ame, mantém-nos livre para as decisões que desejamos tomar, e assim sofremos ou alegramos com as conseqüências delas tomadas.


É comum usamos o nome de Deus em vão cotidianamente para todos os fins. Triste quando ainda usamos na busca de nossos próprios interesses, muitas vezes chantageando nosso irmão quando desejamos obter algo, ou mesmo quando nos sentimos prejudicados. Outras vezes usamos o nome de Deus para nos qualificarmos melhores que os outros. Talvez este seja um dos grandes pecados da humanidade ou de muitos daqueles que são chamados de forma especial para levarem a Palavra de Salvação sendo condutores de grandes, médios ou pequenos rebanhos.


Precisamos ser conscientes que todos nossos atos têm conseqüências diretas ou não, por exemplo, se escolhemos maus nossos governantes não é Deus quem os colocou no poder, mas sim nós, e receberemos a resposta de nossos atos. Não tem como plantar limão e colher laranja. Dá mesma forma, usar o nome de Deus para conseguir se eleger é  em vão, tal ato terá conseqüências.


Dei o exemplo sobre nossos atos de cidadania, mas também poderíamos falar sobre as doenças e problemas afetivos. Isto é, vivemos uma vida irregular, fumando, bebendo, não cuidando da saúde então ficamos doentes e creditamos a Deus tais doenças como se fosse da vontade Dele.


Enfim, Deus nos ama infinitamente além de nossos erros, fraquezas e pequenez, porém, não nos poupa das conseqüências de nossas atitudes, condutas e comportamentos. Ele sempre nos mostrará o caminho correto, o da felicidade, porém, permitirá o resultado de nossas ações e vou além, o sofrimento que causamos aos nossos irmãos seja por atos ou omissões recaem sobre nós, neste sentido, devemos ser coerentes em nossas ações.


Certamente, quando crescemos em nossa fé, percebemos nossos erros e procuramos concertá-los, e assim,  Seu amor nos cobrirá de bênçãos e conseguiremos descobrir o caminho correto a seguir. Não seremos poupados dos sofrimentos, mas assumiremos a cruz que nós mesmos a construímos para carregarmos.
Ataíde Lemos
Escritor e poeta