domingo, 20 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Sexta-feira Santa
Se no Domingo
de Pascoa celebraremos a vitória da vida sobre a morte, na Sexta-feira Santa, celebramos
o mistério do amor de Deus, que vai até as ultimas consequências por cada um de
nós. Um amor que se doa a própria vida; um amor que ultrapassa as fronteiras da
razão humana para que através da morte de Jesus e morte de cruz, toda
humanidade seja resgatada.
Sexta-feira
Santa, um dia de silêncio, porque ele fala mais que as palavras. Um dia de
reflexão sobre o mistério do sofrimento. Jesus (Deus Filho) em tudo foi semelhante
ao homem, menos no pecado. Nasceu de uma mulher, viveu entre meio a injustiça,
foi amado por muitos, rejeitado por tantos. Jesus teve provações como qualquer
ser humano tem, sorriu, chorou, teve fome e também passou pela morte, não uma
morte natural, uma morte acidental, mais uma morte cruel, um assassinado
exigido pela sociedade e legalizado pelo Estado. Uma morte num estado de
abandono por tantos que o seguiam.
Jesus não foi
entregue para a morte, mas, foi ao seu encontro como um cordeiro ao matadouro.
Não foi vencido pela morte, mais se doou a ela em silêncio, carregando sobre a
cruz toda a iniquidade da humanidade. Este foi o alto preço pago pelo nosso
resgate.
Sexta-feira
Santa, um dia de refletirmos o sofrimento. O sofrimento das doenças físicas e
emocionais. Refletirmos os mais diversos tipos de sofrimentos; do sofrimento
das perdas; do sofrimento daqueles que sofrem e não se dão conta dele. Do sofrimento
gerado pelos grandes males como as drogas e tantas outras formas de prisões. Do
sofrimento pela falta de esperanças.
Sexta-feira
Santa não é um dia histórico, para ser lembrado como um fato acontecido, mas,
para revivermos todo este mistério de amor de Deus que nos envolve. O mistério da
loucura, até aonde chega o amor de Deus por cada um de nós. Um dia de olharmos
para Jesus na cruz e sermos curados como aquele soldado foi com o sangue de Jesus
ao feri-lo seu coração com a lança. Mas
também, é um dia de refletirmos nossas misérias e analisarmos até que ponto
chega o egoísmo do ser humano, capaz de sacrificar o próprio Deus. Quantas e
quantas vezes, agimos da mesma maneira sacrificando Jesus nas pessoas de nossos
irmãos quando omitimos enxerga-lo em estado de morte, de sofrimento. Quando
olhamos apenas para nós sem agir com pequenos gestos em favor de tantos irmãos excluídos
e sofredores?
Enfim,
Sexta-feira Santa, é um dia de interiorização, um dia de silêncio, um dia de
tristeza, mas, sobretudo, um dia para contemplarmos o grande mistério de
amor. Um dia de olharmos para Jesus na
cruz e deixarmos ser envolvidos pelos sentimentos espirituais para que o
Espirito Santo nos revele o Mistério da Paixão de Cristo em nós.
Ataíde Lemos
domingo, 9 de março de 2014
Literatura em Foco
Todos os Domingos apresento o programa Literatura em foco, na radio Difusora Ouro Fino, que vai ao ar das 9:10 as 9;25. Um programa de frases, mensagens e poesias. Você também pode participar do programa através da página do Facebook https://www.facebook.com/pages/Literatura-em-Foco/602295606532007
Para acessar o site da radio clicar na imagem.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
A cruz
A cruz
Por que a cruz
antes símbolo de sofrimento, de morte torna-se símbolo de amor e de salvação?
Por que motivo adorar a cruz?
A cruz tem
muitos sentidos e o maior dele que nos parece ser é o sofrimento. É também uma
pena, ou seja, a cruz foi um dos meios de condenação à morte muito
usado no tempo de Jesus. Porém ele antes de ser morto e morte de cruz, como
nos diz são Paulo, muitas vezes, se referiu a cruz, não propriamente a sua
morte, embora, também se referisse a ela, mas, dizia “quem quiser ser meu discípulo
toma sua cruz e me siga...”. Em suma, a cruz na nossa vida é inevitável, isto é, não há como viver sem passar pelo sofrimento. De uma maneira ou de outra
passamos pela cruz e são varias não apenas uma ao longo da vida. Há cruzes
que nós mesmos construímos e há outras que nos são impostadas. No entanto, é
preciso carrega-la. Carrega-la com fé, mas, sobretudo com esperança, pois, a
cruz tem o poder de nos salvar. A cruz pode nos curar na medida em que fazemos dela
uma oportunidade de refletir a vida e deixar de olhar para ela como amargor, de de maneira egoísta e desespero.
Jesus ao
passar pela cruz ele a transforma em salvação. Ele santifica-a santificando assim
todo o sofrimento. Ele sendo Deus, se coloca como nós e a sua ressurreição
transforma em vitória sobre a cruz.
Costumamos sempre
ouvir que é pelo sofrimento que crescemos; é pelo sofrimento que aprendemos e
assim, transformamos em pessoas melhores. Tornamos pessoas mais sensíveis,
mais humanos, menos julgadoras e preconceituosas. Então que bem enorme a cruz
nos proporciona? Quantas oportunidades Deus nos oferece para melhorarmos
através da cruz? Evidentemente, Ele não se compraz com o sofrimento, Ele não
sente-se feliz com a nossa dor, pois, nossa dor, dói nele também, no entanto,
se não há como evitar o sofrimento, se não há como fugir da cruz, porque não
aprendermos a olhar para ela e encara-la como símbolo de salvação para nós?
O cristão (católico)
adora a cruz, pois, ela a partir de Jesus torna-se um dos maiores símbolos de
salvação, porque ele próprio passou por ela, sem reclamar como um cordeiro rumo
ao matadouro. Ele viveu a cruz do sofrimento, da indiferença; o sofrimento do abandono,
da rejeição, da negação, porém, sofreu em silêncio e a Palavra diz “o servo não
é maior que seu senhor”.
Enfim, é difícil
entender o grande mistério do amor pela cruz, ou de adorar a cruz, mas, em
Jesus podemos deixar-se entregar neste mistério do amor e da esperança que nos
santifica através da cruz.
Ataíde Lemos
Escritor &
Poeta
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Parábola do bom samaritano II
Parábola do bom samaritano II
Este final de semana estive na Canção Nova e assisti às palestras dos padres Reginaldo Manzotti e Fabio de Melo, cuja reflexão do acampamento se deu sobre o tema a felicidade e cura interior.
A palestra do padre Reginaldo Manzotti foi trabalhada a partir do evangelho segundo Lucas cap. 10, 25-37, onde um mestre da lei querendo pôr Jesus em dificuldade lhe provoca perguntando o que se deve fazer para entrar no reino dos céus e pergunta a Jesus quem é nosso próximo. No entanto, diante desta provocação Jesus nos ensina de como agirmos para primeiro, saber quem é o nosso próximo e segundo, nos leva a encontrar nele o bom samaritano que tem o total cuidado para conosco em curar as nossas emoções e nos proporcionar a verdadeira felicidade.
A interpretação feita pelo padre Manzotti, me fez também refletir este evangelho, não apenas observando o segundo mandamento “Amar o teu próximo como a ti mesmo”, mas sim, refletir o bom samaritano que é Jesus, aquele que não nos pergunta quem somos, mas nos acolhe, cura nossas dores e permanece conosco para sempre. Jesus é aquele que pode nos curar; que deseja nos curar. É aquele que não nos questiona a nossa fé, a nossa vida, o que fazemos, pelo contrario, ele nos vê caído, dá-nos as mãos e nos cura.
A felicidade é uma busca que constantemente estamos procurando, alias, nascemos para ser felizes, esta nem deve ser a nossa meta, mas sim, nossa vivencia. Há varias tipos de felicidades como receber uma boa noticia, adquirir um bem de consumo, realizar um sonho; a ausência de dor, o prazer, enfim, muitas situações nos proporcionam a felicidade.
Muitas felicidades a quais buscamos são licitas, no entanto, há outros tipos de felicidades que desejamos são ilícitas, ou seja, são felicidades que podem nos levar a infelicidade como provocar também no outro. Além do que há felicidade desejadas que geram em nós dores e doenças no corpo e no espirito. Ou seja, certas felicidades constroem em nós infelicidades profundas levando-nos a um estado de morte emocional.
Às vezes, dizemos que o melhor remédio é o tempo, que o tempo cura. Poeticamente, o tempo cura, mas na realidade não é bem assim, o tempo apenas armazena a dor, mas que num simples tocar ela retorna novamente. A cura é a libertação da dor, não o esquecimento, mas sim, um novo olhar para ela e somente Jesus pode transformar este acontecimento nos curando e também ele é o bom samaritano onde encontramos a verdadeira felicidade.
Enfim, Jesus é este próximo citado no evangelho do bom samaritano que está muito próximo de nós e sempre atento a nos proporcionar felicidade verdadeira e curar nossas feridas. É este que, embora, muitos passam por nós e não consegue nos ver doentes, feridos, caídos ele não pergunta nosso nome e nem porque estamos daquele jeito, mas sim, nos cura devolvendo a felicidade.
Ataíde Lemos
Escritor & Poeta
Padre Fabio de Melo
O que admiro no padre Fabio de
Melo e acredito ser um dos motivos de ser querido e ovacionado pelos católicos e
até mesmo por pessoas de outras religiões é sua humildade, sempre demostrando
que vive aprendendo e se convertendo o tempo todo. Um padre misericordioso na
sua forma de ser, respeitando e defendendo cada pessoa na sua individualidade
em todos os sentidos. Em suas pregações
ele exorta os cristãos a não julgar e serem misericordiosos através da sua intelectualidade
e espiritualidade samaritana traduzida em exemplos da sua história de vida.
Ataíde Lemos
domingo, 28 de julho de 2013
A semente foi plantada
A semente foi plantada
É imprevisível
fazer previsões assertivas do que ocorrerá no Brasil, especialmente, em relação
aos jovens em termos de espiritualidade após a Jornada Mundial da Juventude (JMJ)
ocorrida, porém, o que podemos destacar é que há no brasileiro a esperança,
mesmo diante tantas ideologias de morte ou de paganismo que se procuram inserir
na sociedade e principalmente, nos jovens.
Esta grande
manifestação de fé ocorrida na JMJ acolhida pelos jovens e por todos que
puderam acompanhar pelas tevês abertas comerciais e também pelas tevês católicas,
certamente, trouxe um novo ardor e revigorou a fé de muitos brasileiros que se
declaram sem religião ou que se afastaram da igreja e agora possam sentir estimulados
a voltarem para ela.
Outro ponto
fundamental a se destacar da JMJ é a mensagem que ela trouxe a Igreja do
Brasil, da necessidade de proporcionar a juventude o seu devido papel que é ser
protagonista desta nova evangelização. Acredito que a CNBB, deverá acolher as
palavras do papa Francisco e proporcionar esta nova realidade evangelizadora
procurando dar oportunidade a juventude brasileira ser este protagonista dando
mais oportunidades para ele como também ir ao seu encontro seja onde ela
(juventude) esteja.
O mundo
oferece para a juventude muitos venenos em forma de manjares que pouco a pouco
tem destruído lhes, tanto seu corpo quanto a sua alma. Venenos que tem abafado
a luz do Espirito Santo que há em cada pessoa. A igreja tem este papel
essencial que é de oferecer ao jovem o manjar verdadeiro que é Jesus Cristo nos
corações deles, para que possam sentir prazer e revigorados também levar este
manjar a outros jovens que estão sendo envenenado pelo mundo é pelo inimigo de
Deus.
Muitas
vezes, os pastores para atrair os jovens ou manter aqueles que estão
ingressados na igreja, usam de uma pedagogia do medo, rotulando os engajados
como s escolhidos e os que estão
dispersos como os perdidos, como se tivessem feito uma opção inversa a Jesus
Cristo. Penso que esta forma de evangelização precisa mudar, ou seja, a igreja
ser mais misericordiosa e falar mais a linguagem dos jovens e através desta
juventude engajada ir ao encontro das ovelhas dispersas e de certa, forma
sofredora por não estar se alimentando do verdadeiro alimento que é o Jesus. Muitos
jovens que estão sendo seduzido pelo inimigo de Cristo ocorre devido à exclusão
que muitas vezes, a própria igreja faz, ainda que inconsciente.
Enfim,
que possamos colher muitos frutos da JMJ e que as palavras do papa Francisco,
não morram com a sua partida e que de fato, ela tenha sido fecundada na
juventude que participou do evento diretamente e de todos nós que também participamos
através das tevês, mas, principalmente, em nossos pastores que tem como dever fomentar
a esperança de que o papa Francisco tanto pediu. A juventude é a protagonista
desta nova evangelização desde que nossos pastores permitam que eles sejam.
Ataíde Lemos
Escritor & Poeta
A Igreja e o fogo do Espirito Santo
A Igreja e o fogo do Espirito Santo
Esperar
unanimidade da sociedade é apenas um desejo, porém, impossível, neste sentido,
há sempre aqueles que divergem, criticam e protestam. Estas atitudes e
manifestações fazem parte do direito a liberdade, fazem parte da subjetividade
humana e das diversas correntes ideológicas de um povo e também do livre arbítrio.
A Jornada Mundial
da Juventude (JMJ) é uma inspiração do Espirito Santo para fomentar a igreja de
Cristo, num ardor missionário, colocando seu fogo para não permitir que o
futuro da igreja, que passa pela juventude, perca sua força sendo sucumbida
pelo mundo sectário, individualista, egoísta que está caminhando para um ateísmo
ou uma crença sem compromisso com a fé.
A JMJ além de
produzir este fogo do Espirito Santo na juventude, ele faz acontecer uma
sintonia entre a Igreja episcopal e clerical com os jovens, ou seja, a igreja
instituição promove uma catequese numa linguagem da juventude e a juventude rejuvenesce
a igreja, trazendo a ela a linguagem dos jovens e assim ocorre uma sincronia
perfeita para o futuro da igreja e de um mundo melhor onde podemos vislumbrar a
esperança em dias melhores.
Há necessidade
de uma nova evangelização, onde a juventude seja a protagonista de Cristo no
mundo atual. A igreja precisa sair dos templos e estar junto a povo evangelizando
e apresentando este Jesus missionário que estava ao lado do povo, cuidando das
feridas e ao mesmo tempo anunciando a Boa Noticia.
A cada tempo é
um novo tempo e há necessidade de uma nova linguagem para transmitir o que
Jesus ensinou a dois mil anos atrás que são as pedras fundamentais para que
vivamos o Reino dos Céus entre nós.
É maravilhoso
quando vemos nesta JMJ os cardeais, bispos e padres fazendo a coreografia
acompanhando as músicas com os jovens, ou seja, nossos pastores de 70, 80 anos
acompanhando na dança a linguagem dos jovens. Isto episódio é algo a se destacar nesta JMJ.
Sempre
digo em meus textos, que Deus de tempo em tempo renova a igreja, provocando
nela um novo fogo, quando sente que este fogo está diminuindo na humanidade.
Foi assim, através de vários santos como, por exemplo, São Francisco que foi um
grande renovador da igreja e tantos outros que com seus modelos de vida e de fé
acenderam o fogo na igreja. Foi assim, com a chama do Espirito Santo através de
João XXIII com o Concilio do Vaticano e também com o surgimento da Renovação Carismática
Católica. Acendeu o fogo com a nomeação do papa João Paulo II que realmente,
foi um imenso fogo do Espirito Santo, cujo seu papel foi tão essencial para a
igreja que após pouco tempo já se tornou o Santo.
Papa
João Paulo II instituidor da JMJ o qual através de seu papado provocou na
igreja inúmeras obras espirituais que fomentou a fé e também acendeu o fogo do
Espirito Santo na igreja.
Agora
temos o papa Francisco que através de gestos de desapego e humildade tem
provocado em todos, principalmente, na juventude um novo fogo do Espirito
Santo, que vem de encontro com o que a juventude quer e espera, ou seja, uma
igreja simples, humilde e desapegada de seus bens materiais. Enfim, Deus
caminha com o povo e quando nós humanos pensamos que tudo está perdido Ele
(Deus) renova todas as coisas.
Ataíde Lemos
Escritor&Poeta
sábado, 27 de julho de 2013
Maria mulher incomparável
Maria mulher incomparável
Não precisa de Maria para chegar até Jesus
Ele está onde todos podem encontrar
Basta olharmos para ele e veremos sua luz
Que em qualquer lugar estará nos iluminar.
Mas, Maria é mãe de Jesus, mulher admirável
Que encontrou graça diante aos olhos de Deus
Portanto, ela é uma mulher incomparável
Entre tantas, foi quem Deus amou e escolheu.
Maria, mulher simples e estrela guia
Rainha dos céus por Deus foi eleita
Que dá todos que a procura, paz e alegria.
Maria que tem na carne toda a experiência
Da misericórdia, da dor, da esperança e do amor
É seta que nos apresenta Jesus nosso Senhor.
Ataíde Lemos
quarta-feira, 24 de julho de 2013
A igreja e o mundo
A igreja e o mundo
Há algumas verdades da igreja católica que jamais poderão ser revistas e por isto são denominados dogmas porque sãos imutáveis, simplesmente porque são pedras fundamentadas por Jesus Cristo. Alias, nem a igreja católica e nem qualquer religião evangélica séria, jamais terá uma posição contrária. Por exemplo, jamais a igreja será a favor de qualquer intervenção humana que tira a possibilidade de impedir o nascimento de uma vida como aceitar a interrupção da vida pelo aborto provocado ou mesmo medicamentos anticoncepcionais que impeçam o surgimento de uma nova vida ou que provoque o aborto. Como também, jamais aceitará o casamento entre pessoas do mesmo sexo, pois, isto vai contra os princípios não só os cristãos, mas, vai além, pois já no primeiro livro da Bíblia, diz “ Deus fez homem e a mulher”, e Jesus afirma: “o homem deixará sua família e unirá a sua mulher formando uma só carne” .
Enfim, estes são fundamentos evangélicos que norteiam a fé cristã e mudar de posição é ir contra toda a fé. Portanto, alguns ativistas quererem ou imaginar esta possibilidade é utopia e demonstra total desconhecimento do cristianismo.
No entanto, é importante afirmar que mesmo a igreja católica jamais abrindo mão destes dogmas é acolhedora e está contextualizada com a realidade contemporânea, isto é, acolhe, ama e perdoa todos aqueles que por um motivo ou outro acabam cometendo atentados contra a vida, não que ela se finja de cega, surda e muda, mas que o amor e a misericórdia de Jesus é maior que a sua justiça e a igreja como sendo este sinal visível de Jesus aqui na terra precisa agir com este mesmo espirito. Portanto, todo aquele que comentem tais pecados são acolhidos pela igreja e a partir do seu consciente arrependimento jamais deixam de serem acolhido por ela.
Muitas vezes, o que nos falta é a humildade de nos reconhecermos pecadores, entender e aceitar que há certos pecados que cometemos que temos arcar com as consequências e que a igreja não deve adequar a nós, mas, sim nós adequarmos as normas de Deus e no caso Jesus, que através de suas palavras e ensinamentos nos orienta como ser seu discípulo e entendermos que todo o pecado gera um mal seja ao meu irmão, a nós mesmo que acaba por fim, desaguando no coração de Deus.
Portanto, não desejamos querer mudar as palavras de Jesus para satisfazer as nossas exigências, egos ou minimizando nossos pecados, mas sim, deixarmos sermos acolhidos por ele e pela igreja qual papel fundamental é continuar a missão de Jesus através do Espirito Santo.
Ataíde Lemos
Escritor & Poeta
terça-feira, 23 de julho de 2013
Ave Maria de graça plena
Ave Maria de
graça plena
Ave Maria, mãe de Jesus
Senhora bendita que trouxe a luz
Que veio dissipar a escuridão
E iluminar o nosso coração.
Ave Maria mãe do meu Senhor
Que trouxe até nós o Salvador
Mulher de fé que Deus tanto amou
Que para ti este Mistério a entregou.
Ave Maria entre as
mulheres é bendita
Que de pequena tornou-se grande
Por abrires a porta para o nascimento da vida.
Ave Maria de graça plena
Mãe amada pelo menino Deus
Que o teu santo vente concebeu.
Ataíde Lemos
Escritor e poeta
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Papa Francisco
Papa Francisco
Francisco é seu nome adotado
Fazendo alusão ao grande santo
Da humildade, da pobreza
A qual fazia dela sua grande riqueza.
Francisco, carismático pela alegria
De semblante sereno e acolhedor
O qual transmite paz, simplicidade e amor
Em seu jeito de ser no seu dia a dia.
Sem protocolos e honrarias
Apenas um servo do Senhor.
Francisco o papa zeloso
Para com os princípios cristãos
Mas, que acolhe a todos como irmãos
Sem fazer qualquer distinção
Em gesto nobre de humildade
Ao assumir seu pontificado
Pede a todos muitas orações.
E em atitudes simbólicas
Dispensa pompas e regalias
De que tem direito
Para ser como Francisco seu inspirador
O importante é ver no irmão
Toda a sua beleza e riqueza.
Ataíde Lemos
Escritor & Poeta
domingo, 21 de julho de 2013
Jornada Mundial da Juventude
Jornada Mundial da Juventude
A Jornada
Mundial da Juventude (JMJ) é um grande evento religioso para continuar
fortalecendo a juventude que já caminha na fé como também, despertar novos
jovens a serem discípulos de Jesus. A mídia tem dado grande destaque pela
presença do chefe maior no evento, o papa Francisco e também por que a JMJ é a nível
mundial, ou seja, há presença de jovens do mundo inteiro e todas as mídias
estarão voltadas ao Brasil nestes dias.
Em minha
opinião, ter algumas celebridades participando do evento é algo normal e ajuda
a promover ainda mais a JMJ, só não se pode transformar num espetáculo midiático,
minimizando o verdadeiro sentido e diminuindo a espiritualidade do evento. Deus
fala através de todos nós e sabemos que qualquer pessoa que possui certo
destaque nacional é um formador de opinião, neste sentido, é fundamental e
essencial a participação de algumas celebridades sejam elas artistas ou mesmo
padres que se destacam nas mídias.
Não podemos
permitir que o farisaísmo tome conta de nosso coração e acabamos agindo preconceituosamente
em nós e queremos excluir as pessoas, por acharmos que somos melhores que elas
ou que elas não são dignas de participarem do evento com posições de destaques.
O futuro da
espiritualidade, o futuro da igreja depende da juventude, depende do abraço da
fé, depende da conservação e entendimento dos sacramentos e isto está nas mãos
dos jovens de hoje seja na sua vida cotidiana, na sua vida de comunidade de fé
e mesmo na continuidade das vocações religiosas. Como dizia o papa João Paulo
II “O Brasil precisa de santos” e reforço dizendo: não somente o Brasil, mas o
mundo precisa de santos e santos do nosso tempo.
A JMJ é uma inspiração
do Espirito Santo dado ao então, o papa João Paulo II e que tem sido dado
continuidade pelos seus sucessores e que a cada evento tem despertado mais
jovens a seguir a proposta de Jesus Cristo, num mundo tão pluralista de
ideologias de morte e mesmo de crenças religiosas. Num mundo tão globalizado,
mas, ao mesmo tempo tão individualista e egoísta, onde, todos estão buscando
seus direitos individuais de maneira obsessiva, desta forma, agindo para um
desmonte da fé e das relações humanas.
Que todos os
brasileiros se unem num amor maior nestes dias e não se deixem levarem por
sentimentos mesquinhos e por aqueles que procuram espalhar o joio no meio do
trigo para tirar de nós o espirito de paz e alegria durante o evento da JMJ.
Ataíde Lemos
Escritor &
poeta
domingo, 28 de abril de 2013
Ao te dar acesso
Ao te dar acesso
Em tantas ilusões deixei me conduzir
Sempre acreditando que feliz seria
Não medi os lugares para onde ir
Em todas eles haviam falsas alegrias.
Não preenchia o vazio que existia
Era uma busca sem encontrar a paz
Era uma felicidade passageira que havia
E mergulhava em tristeza ainda mais.
Até que alguém me falou de você
Depois de muito relutar te procurei
Porque, até então, a paz não encontrei.
Quando abri o coração e te dei acesso
Para fazer de mim toda sua vontade
Pude encontrar a felicidade de verdade.
Ataíde Lemos
Escritor & Poeta
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